quarta-feira, 10 de novembro de 2010
PAREÇE QUE DANCARAM
10 de novembro de 2010 | 16h 47
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ELIANA LIMA - Agência Estado
A Polícia Federal (PF) prendeu sete prefeitos durante a Operação Carcará, deflagrada hoje, na Bahia, contra o desvio de verbas federais e fraude em licitações. Foram encaminhados para a sede da PF, em Salvador, os prefeitos das cidades de Aratuípe, Cafarnaum, Itatim, Lençóis, Elísio Medrado, Santa Terezinha e Utinga.
A operação foi realizada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF) para cumprir 82 mandados de busca e apreensão e 45 mandados de prisão temporária e um de prisão preventiva contra servidores públicos acusados de envolvimento com o esquema.
A ação policial se desenvolveu em 20 municípios do Estado. De acordo com a PF, os contratos onde foram constatadas irregularidades envolvem cerca de R$ 60 milhões.
O empresário Édson Santos Cruz, dono da empresa Atual, é apontado como chefe do esquema. Ao chegar à PF, algemado, ele negou qualquer participação nas fraudes. "Se alguém cometeu algum crime, não fui eu", declarou.
Segundo a delegada que coordenou a operação, Aline Marquezine, 450 policiais federais participaram da ação. Além dos prefeitos, as suspeitas recaem sobre secretários municipais, servidores públicos lotados na área de licitação e empresários.
As investigações, que ocorrem há mais de um ano, teriam identificado indícios de desvio de verbas federais destinadas à compra de merenda escolar, medicamentos e realização de obras públicas.
As licitações eram fraudadas por meio da utilização de notas fiscais frias e superfaturamento. Se comprovadas as suspeitas, os envolvidos poderão responder por crimes como peculato, emprego irregular de verbas públicas, estelionato, formação de quadrilha, fraude a licitação, entre outros.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Atualização para Bomba Patch Werlei 26 de Julho de 2010
Ultima atualização 26 de julho de 2010
Divirtam - se.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Felix Jr.: “Me pediram a cabeça do Eraldo Maciel em uma bandeja. E eu a entreguei!”
Felix Mendonça está em seu sexto mandato como deputado federal. Devido à idade, mais de 80 anos, diz que agora passará o seu “patrimônio” político ao filho, Felix Jr. Era um dos principais aliados do falecido Antonio Carlos Magalhães, o ACM. Era também seu sócio em vários empreendimentos. Morto ACM, o esquema do deputado se voltou para a tentativa de receber contratos milionários que mantinha com os governos do grupo carlista. Paulo Souto teria ficado devendo algo como R$ 18 milhões ao deputado-empresário, que é também dono de empreiteira – e, é claro, com polpudos contratos com o governo estadual e prefeituras “amigas”.
Felix Mendonça não pensou duas vezes: negociou o seu apoio ao atual governador, do antes satanizado e perseguido PT. Virou “fã” do petismo e, hoje, se alguém critica o governo, ouvirá a voz irada do deputado em defesa de J. Wagner, Lula ou Dilma.
Em 2009, depois de várias negociações, a atual 101 News FM foi arrendada ao grupo empresarial do atual vice-prefeito de Irecê, Paulo Freire. A rádio sofreu notável impulso: instalou-se um moderno e bonito estúdio “B”, em Irecê; novos profissionais foram contratados; equipamentos foram adquiridos. Na mesma proporção os índices de audiência dispararam; em vários municípios a programação alcançou o 1º lugar.
Mas havia um problema: a contratação do radialista Eraldo Maciel. Polêmico, provocativo, contundente, Maciel é tido como desafeto de Felix há muito tempo. Cobra dos deputados votados na região mais ação em favor dos municípios que dizem representar. Felix não gosta disso. Dizem os que lhe conhecem bem que ele sempre afirma que suas rádios não podem seguir na contramão da sua linha política. Se ele disser algo está bom, isso terá de ser reprisado por todas as suas rádios – que podem chegar a pelo menos 10 agora, já que ele estaria abrindo uma emissora em Xique-Xique e outra em América Dourada, somente na região de Irecê.
A situação das estradas na região de Irecê, entre outros problemas, virou tema quase que diário dos programas de Eraldo Maciel. O governador Jacques Wagner sentiu o peso das cobranças e chegou a adiar por duas vezes a vinda à região, por não ter como justificar o atraso nas obras de recuperação da malha viária regional, totalmente destruída. Mais recentemente, o radialista passou a cobrar, também diariamente, solução para o iminente colapso do sistema de abastecimento de água doce com base na barragem de Mirorós, que fornece água para quase 400 mil pessoas na região. A água de Mirorós está acabando e somente agora, depois de intensas pressões, a Embasa (Empresa Baiana de Águas e Saneamento) anunciou a construção da Adutora do São Francisco, que trará água daquele rio para vários municípios da região. A solução poderá chegar tarde: em Mirorós a água poderá acabar neste ano; a adutora do São Francisco ficará pronta em 18 meses – se ficar. Obras públicas geralmente têm data para começar (sempre em períodos eleitorais), mas não tem para terminar.
No último 18 de maio, quando se completava exatamente 1 ano da chegada de Maciel para a coordenação do Jornalismo da 101 News, foi anunciado o “presente” que ele receberia: a sua retirada do ar. Imediata. Depois de quase um ano e meio efetuando investimentos e resolvendo os mais diversos problemas administrativos da emissora, o Grupo Paulo Freire não cuidou de assinar um contrato de arrendamento com os sócios da rádio. “Confio em Felinho, que é meu amigo e uma pessoa boa”, sempre disse P. Freire. Estava enganado: Felinho mostrou que não é seu amigo.
A ameaça de “tomar” a rádio de volta existe há muito tempo. Mas nos últimos dias ela se intensificou ainda mais. A vinda do governador baiano em vários municípios da região registrou baixíssimos índices de presença do povo. Em Irecê, por exemplo, mesmo com intensa movimentação dos seus apoiadores, Wagner discursou para menos de 400 pessoas – grande parte formada por funcionários do governo. Estava acesa a luz vermelha e, com isso, a senha para o grupo político de Felix Mendonça “mostrar serviço” ao seu novo ídolo, o PT.
“Me pediram a cabeça do Eraldo Maciel em uma bandeja. E eu a entreguei!” Com essas palavras o filho do deputado, apelidado de Felinho, explicou a truculência da retirada do radialista do ar. Ainda disse não ter “nada contra ele, mas pediram. Ele agora é o João Batista de Irecê”, zombou Felinho, referindo-se ao profeta bíblico João Batista, que foi perseguido, teve a sua cabeça arrancada e entregue em uma bandeja de prata ao rei Herodes Antipas I. Ou seja: não importa se o profissional estava certo ou errado. Alguém (ou vários) pediu e ele atendeu. Pôs na rua um pai de família, que há quase 20 anos presta serviços à região. E ainda ameaçou: “Vou tomar a rádio”.
É sempre assim: quando a rádio está prestes a fechar (sua licença junto à ANATEL está vencida desde 2006, deve ao ECAD, processos trabalhistas, impostos diversos) busca-se alguém que se disponha a investir na empresa. Quando a rádio volta a ter audiência, cria-se um fato e seu controle é reassumido pelos sócios – até a outra crise.
Há muitos boatos sobre a retirada de Maciel do ar. Vários desses boatos denunciam supostas lideranças locais e regionais como as pediram a “cabeça” do radialista. Algumas foram contatadas, mas negaram.
No último programa levado ao ar por Eraldo Maciel, no dia 19 de maio, a participação popular e de autoridades, por telefone e ao vivo, foi intensa. As manifestações de revolta e indignação – seja pela covardia da perseguição, seja pelas causas que a motivaram – foram intensas. Prefeitos da região manifestaram a sua insatisfação – caso do prefeito de São Gabriel, José Carlos, que disse não aceitar o que chamou de truculência. Ele prega que a região não pode mais aceitar atitudes como essa. “Eraldo Maciel é um profissional sério e competente. O que estão fazendo não é apenas contra ele, é contra a região”, afirmou. E Zé Carlos da Cebola é amigo de Felix Mendonça.
Procurado para falar sobre o assunto, Eraldo Maciel disse que entende a perseguição que está sofrendo. “É uma prática política que persiste há décadas. O deputado e seu filho, em vez de me perseguirem, deveriam era se juntar a mim e ao povo, cobrando melhorias para as estradas, hospitais, escolas e Segurança Pública”, disse. “No lugar de exercer o seu papel na defesa da população, eles usam toda a sua força para perseguir a mim, que sou pequeno e não tenho como me defender. Nada fiz ou disse que lhes atingisse, mas essa é a forma deles mostrarem ao governo do quanto são capazes para provar que mudaram de lado”. Quanto ao Grupo Paulo Freire o radialista diz acreditar que “é mais uma vítima dos golpistas. O grupo vai perder muito dinheiro por ter acreditado na palavra de gente que não tem palavra. Houve uma boa dose de ingenuidade nas negociações”, afirma. Calcula-se que os arrendatários possam perder cerca de R$ 300 mil.
“Meu maior receio é que Felinho e sua trupe tomem de assalto a rádio, cuja concessão, por questão de justiça, nem deveria mais pertencer a eles. Temo pelos empregos de mais de uma dezena de pais e mães de família que hoje se dedicam de corpo e alma para fazer da 101 News uma rádio respeitada e ouvida, e que foram solidários a mim”, diz Maciel. “Infelizmente, acho que isso vai ocorrer. Eles não têm dó de nada nem de ninguém. É tempo de eleição e só pensam nos votos que suas rádios podem lhes arrumar – ou nos acordos de silêncio que fazem com os governantes”.
Postado por Eraldo Maciel em 24 Maio, 2010 às 17:29:00
sábado, 19 de dezembro de 2009
Assaltos nas estradas
Assustados moradores preferem viajar nessa area duarante o dia, aqui viajar à noite somente emergência.
Fica no ar aquele ar de medo e desconforto de toda a população ibipebense e principalmente de caminhoneiros, já que essa area é conhecida pela grande extensão de banana localizada em Mirorós.
Redator: Werlei Teixeira
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Politica
Nesta Quarta feira 18/11/2009 o Prefeito Nei Amorim De Souza mandou avisar na radio nova fm de Ibipeba que ira explicar a situação.
Doença de Chagas
Doença de Chagas
| Doença de Chagas | |
| Classificação e recursos externos | |
| Fotomicrografia do Trypanosoma cruzi | |
| CID-10 | B57 |
| CID-9 | 086 |
| MedlinePlus | 001372 |
| eMedicine | med/327 |
A doença de Chagas, mal de Chagas ou chaguismo, também chamada tripanossomíase americana, é uma infecção causada pelo protozoário cinetoplástida flagelado Trypanosoma cruzi[1], e transmitida por insetos, conhecidos no Brasil como barbeiros, ou ainda, chupança, fincão, bicudo, chupão, procotó, (da família dos Reduvideos (Reduviidae), pertencentes aos gêneros Triatoma, Rhodnius e Panstrongylus. Trypanosoma cruzi é um membro do mesmo gênero do agente infeccioso africano da doença do sono e da mesma ordem que o agente infeccioso da leishmaniose, mas as suas manifestações clínicas, distribuição geográfica, ciclo de vida e de insetos vetores são bastante diferentes.
Os sintomas da doença de Chagas podem variar durante o curso da infecção. No início dos anos, na fase aguda, os sintomas são geralmente ligeiros, não mais do que inchaço nos locais de infecção. À medida que a doença progride, durante até vinte anos, os sintomas tornam-se crônicos e graves, tais como doença cardíaca e de intestino. Se não tratada, a doença crônica é muitas vezes fatal. Os tratamentos medicamentosos atuais para o tratamento desta doença são pouco satisfatórios, com os medicamentos com significativo efeito colateral, muitas vezes, ineficazes, em especial na fase crônica da doença.
